Solo: uma história Star Wars

Troca de diretor, trocas no elenco, entre outros fatores, causaram várias reações entre os fãs de Star Wars enquanto aguardávamos o lançamento do filme. “I have a bad feeling about this” foi uma frase bastante repetida nos meses que antecederam a estreia.

Depois do teaser e do trailer, ainda observei alguma desconfiança, mas o ânimo começou a melhorar. Estou entre aqueles que, antes do filme, preferiu entrar na vibe “I have a good feeling about this” e curtir o momento.

Solo: uma história Star Wars se passa antes dos eventos de Uma Nova Esperança, assim como Rogue One. Minhas principais expectativas em relação ao filme foram atendidas: ver como surgiu a amizade e a fidelidade mútuas entre Han Solo e Chewbacca, e descobrir o que é a Kessel Run.

Spoiler (mas nem tanto) a partir desse ponto.

É um oficial do império que dá o sobrenome Solo ao Han. Really? Teria sido muito melhor se, naquela cena, o próprio Han tivesse dito “Solo” depois da pausa para pensar. De todo filme, só tenho esse detalhe para apontar que não gostei.

Como não amar a L3-37? “Go free your brothers and sisters!”

O trailer mostra uma Millennium Falcon tão novinha e bem cuidada; mas, ao final do filme, dá pra entender porquê ela nunca mais foi a mesma depois de passar a pertencer ao Han.

A revelação de quem é a pessoa por trás da máscara e de para quem levariam o coaxium me fez amar Enfys Nest e os Cloud-Riders. E o personagem com quem Qi’ra conversa nas cenas finais surpreende e abre a possibilidade de novas histórias.

Gostei muito do filme, dos personagens e saí do cinema com vontade de assistir de novo.

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